No ano passado o Google completou 27 anos. Muitas mudanças ocorreram: ele cresceu, a sociedade evoluiu e o mundo mergulhou numa correria desenfreada. De repente, abrimos o buscador, e lá está ela, a tão temida e, ao mesmo tempo amada Inteligência Artificial.
Na verdade, a integração entre o Google e a IA não é nova; ela vem se desenvolvendo desde 2015. A tecnologia evoluiu, mas ainda parece que levamos um susto ao perceber a presença de uma IA no nosso buscador preferido. No entanto, como tudo no mundo digital isso não aconteceu por acaso e traz benefícios: mais agilidade nas respostas, uma compreensão profunda dos assuntos e resumos mais precisos. Além disso, devido a análise do nosso histórico de pesquisas, as respostas tornam-se personalizadas, permitindo o uso de câmeras e imagens ao vivo para buscas em tempo real.
Mas, como na vida nem tudo são flores, há riscos. Devido a rapidez nas respostas, podemos nos desacostumar a buscar outras fontes que as comprovem. Além, da falta de clareza sobre as fontes fornecidas e consultadas, outro fato preocupante são os erros - as famosas "alucinações das IAs"que podem levar a desinformações perigosas dependendo do tema abordado.
Em vez de nos alarmarmos, que tal termos em mente que as IAs, longe de serem "bichos papões", possuem limitações? Se não podemos competir com elas em velocidade de análise, ganhamos na intuição. Elas mostram o caminho ,mas nós somos quem decide alterá-lo para melhor(ou não). São ferramentas que podem nos tornar melhores, se assim o quisermos.
Como isso interfere nas respostas? Simples: não se contente com o que recebe. Busque mais, duvide, desafie, aprenda e continue pesquisando. Tenha em mente que as IAs, assim como o Google, são frutos da nossa mente inquieta e curiosa, e não o contrário.
Em resumo, estamos adentrando um mundo novo e espetacular, mas, mais do que nunca precisamos da nossa humanidade para fazer dar certo, e dará!


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