De ser mitológico a símbolo de fofura: a brilhante trajetória do unicórnio

Os unicórnios tem uma história muito interessante, afinal eles deixaram de ser  criaturas místicas para se tornarem símbolos de  felicidade e alegria.

Hoje podemos vê-los representados: em brinquedos, decoração, animações, espalhando cor e glitter por onde passam.

Mas, na idade média, a história  era outra. Eram vistos como ícones de pureza e acreditava-se que seus chifres tinham propriedades curativas. Por isso, era comum o comércio desses artefatos embora, fossem na verdade, presas de narvais. Como  os narvais habitavam as águas do ártico e ninguém jamais vira um unicórnio de perto, era fácil "vender gato por lebre".

Assim entre lendas e a esperteza dos mercadores, nosso unicórnio atravessou séculos como uma solução milagrosa contra venenos e doenças.

Só no século XX que essa visão começou a mudar. Seus poderes de cura foram esquecidos, e ele entrou definitivamente  para o reino da fantasia, como companheiro de aventuras,  (quem não lembra da caverna do dragão?), ou como mascote (o amado unicórnio de meu malvado favorito) De ser espiritual ele foi transformado em protetor e amigo, ganhou cores delicadas, o arco íris e muito brilho conquistando de vez os corações de crianças e adultos.

A sua magia hoje reside nas cores e na delicadeza.

Minha versão em crochê com flores, coração e a crina colorida reflete bem essa faceta amigável e brilhante que ele assumiu.

Abaixo, deixarei o link para quem quiser fazer o seu unicórnio e experimentar sua magia.   

https://www.youtube.com/watch?v=MupY-sXhv_I&t=6s


 







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